Alforriado de um corpo, dita prisão carnal, vos apresento em verso torto meu devaneio de carnaval. Pelos momentos de euforia aceitamos sem nos queixar hedonismo, canto, folia e a quarta feira do pesar Esquecidos da rotina pelos prazeres, pelas "ínas" pelo som dos atabaques, das cuícas Mas quando voltarmos as linhas façamos da quarta de cinzas Ritual. Para os que não dançaram beberam ou se alegraram, no último carnaval.
Venho por meio deste poema. Indagar o teu sumo, teu ser. Como uma charada, um emblema. Tento em vão te entender. Ondas no mar, ruínas a ruir. Remendando memórias a esmo. Impondo minhas lutas a ti. Aspiro sair do teu imo, ileso.
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