José nasceu normal, dotado do dom de poeta. Palavra que é dita, nunca lhe afeta A única que lhe é fatal, a tal da palavra escrita, Agora deixou de existir, pois foram-se neste poema as últimas gotas de tinta. Sem tinta, caneta ou papel restou pra José declamar poemas pro Céu Que, comovido com o recital, chorou toda mágoa de vez em tempestade tropical.
Alforriado de um corpo, dita prisão carnal, vos apresento em verso torto meu devaneio de carnaval. Pelos momentos de euforia aceitamos sem nos queixar hedonismo, canto, folia e a quarta feira do pesar Esquecidos da rotina pelos prazeres, pelas "ínas" pelo som dos atabaques, das cuícas Mas quando voltarmos as linhas façamos da quarta de cinzas Ritual. Para os que não dançaram beberam ou se alegraram, no último carnaval.
um resumo de um cara no interior um desejo de ser Midas mas só mais um com dor descontruiu-se fez grandes amigos mas nenhum grande amor o que valia a pena deixou de lado ai percebeu que entendera tudo errado encontrou uma fuga nada demais, uma flor e se foi sem mais dor
Genial.
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